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Por:Jornal NC - Publicado em 14/10/2015
Segundo o relatório divulgado pelo Conselho de Segurança Holandês (OVV) nesta terça-feira, dia 13 de outubro, o voo MH17 da companhia Malasya Airlines, derrubado em julho de 2014 na Ucrânia, foi atingido por um míssil do tipo BUK, de fabricação russa.
O avião, um Boeing 777, transportava 298 passageiros e visava partir de Amsterdam, capital da Holanda, para aterrissar em Kuala Lumpur, capital e maior cidade da Malásia, quando foi atingido por um míssil na região de Donbass, ao leste da Ucrânia e fronteira com a Rússia.
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Segundo os resultados das investigações do OVV, conselho responsável por fazer o recolhimento oficial das informações, o avião sofreu o impacto de um míssil 9N314M, utilizado pelas Forças Armadas da Rússia. O relatório, preparado a partir de peças da aeronave recolhidas na região da queda, também revelou que a ogiva, parte cilíndrica do míssil, não explodiu em contato com a cabine, que foi, na verdade, fuzilada por milhares de projéteis. Os disparos atingiram uma das turbinas, resultando na despressurização, perda de sustentabilidade e desintegração do avião em pleno voo.
As descobertas só foram possíveis devido a recuperação do gravador da cabine dos pilotos, com registros dos dados de voo, imagens de satélite e informações de radar.
Apesar das conclusões do OVV, os separatistas russos afirmaram não dispor de meios para a derrubada da aeronave. “Apenas posso dizer uma coisa: simplesmente não temos os meios militares capazes de derrubar um Boeing comercial como este avião malaio”, afirmou Alexander Zajarchenko, primeiro-ministro da República Popular de Donetsk, à agência russa Interfax, segundo a agência Reuters.
Em Moscou, a companhia russa Almaz-Antey, fabricante dos sistemas de defesa antiaéreo, emitiu um relatório paralelo no qual também confirma que o avião foi atingido por um míssil do tipo BUK. No entanto, em contraste com as autoridades holandesas, a direção apresentou simulações da explosão em que, segundo a companhia, o projétil responsável pela queda do avião seria um míssil do tipo 9M38, não fabricado desde 1986 pela Rússia, mas ainda disponível nas Forças Amadas da Ucrânia. A empresa afirma ainda que, pelo ângulo de ataque dos projéteis, seria possível afirmar que o disparo aconteceu de uma região na qual havia tropas ucranianas.
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Apesar das conclusões, as observações russas não foram levadas em consideração em Amsterdã. “As experiências de campo que realizamos comprovam nossas simulações matemáticas, mas infelizmente nossas conclusões não foram incluídas no relatório holandês”, afirmou Mikhail Malyshevskiy, conselheiro da Chefia de Design da Almaz-Antey.
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