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Por:Jornal NC - Publicado em 28/06/2018
A prática se tornou popular não apenas nas redes sociais, mas também está virando moda entre torcedores de outros países, como Senegal e Brasil, que começaram a fazer a mesma coisa.
Para os japoneses, é uma surpresa que as pessoas estejam surpresas.
A prática tem um nome: souji. A palavra japonesa tem vários significados, como limpeza e varrição. O ritual segue um provérbio: “Não jogue terra no poço que te dá água”. É mais do que uma prática nos estádios de futebol. É uma filosofia, que é passada de geração para geração.
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Currículo escolar
Nas escolas japonesas, as crianças realizam tarefas como limpar os banheiros, varrer o chão e lavar a louça, em um sistema de rodízio de tarefas, que é coordenado pelos professores. A ideia é ensinar os estudantes a se importarem com os espaços públicos.
O hábito japonês de limpar a própria sujeira foi notado pela primeira vez na Copa do Mundo do Brasil, em 2014. Na época, as pessoas observaram que os torcedores iam para os estádios preparados para limpar tudo antes de irem embora. Durante a maior parte dos jogos, os sacos de lixo azuis eram improvisados a partir de balões usados para torcer. Mamoru explica que não é preciso muita organização para fazer isso. Os torcedores apenas limpam a área em torno deles, sem que ninguém precise dar ordens. A limpeza está profundamente enraizada na cultura japonesa. Brigadas voluntárias de limpeza atuam em diversos locais. Mas a popularidade da Copa da Rússia tornou a prática conhecida no mundo inteiro. E é fácil de copiar. Torcedores do Senegal e do Brasil também foram filmados recolhendo o próprio lixo. “Para nós, é uma honra que outros países também estejam fazendo souji. Nós esperamos que outros torcedores se inspirem a fazer o mesmo”, diz Chikako.
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