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Por:Jornal NC - Publicado em 22/06/2017
O mecânico checa o hodômetro do carro, olha para a suspensão e decreta: “Doutor, chegou a hora de trocar os amortecedores. Já estão com 40.000 km”. Se você ouvir isso, caia fora e procure outra oficina.
Não é raro encontrar profissionais que gostam de substituir itens como pastilhas de freio ou embreagem numa quilometragem fixa, algo muitas vezes recomendado pelo fabricante da peça. Não caia nessa. Esses componentes fazem parte da manutenção preditiva do veículo, meio-termo entre a preventiva e a corretiva.
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Na preventiva, troca-se a peça num certo prazo, para garantir que não haja problemas no futuro, como é o caso do óleo. Na corretiva, ela é substituída quando quebra ou dá defeito, como uma lâmpada queimada. Na preditiva, a troca é feita só quando a peça já apresentou um desgaste que reduziu sua eficiência num nível acima do aceitável. Para isso, ela precisa seguir um procedimento adequado.
O grande erro de o fornecedor indicar o prazo para a troca do componente é que seu desgaste varia muito conforme a condição de rodagem do automóvel. Influencia nisso o estilo de direção do motorista (passar rápido em lombadas deteriora mais a suspensão e o pneu, por exemplo), a condição do piso (quanto mais buracos, menor a vida útil), a geografia do terreno (cidade com ladeiras consome mais embreagem e pneu) e o tipo de uso (no ciclo urbano, o freio dura menos).
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