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Por:Jornal NC - Publicado em 12/04/2018
O projeto é do governo de Minas Gerais e foi apresentado no Palácio da Liberdade, na capital mineira.
A criação do memorial no prédio que abrigou o Dops foi uma recomendação do relatório final da Comissão da Verdade em Minas Gerais, apresentado em dezembro do ano passado.
O documento traz o resultado das investigações sobre as violações de direitos humanos no estado entre 1946 e 1988, com foco maior sobre o período em que vigorou o regime militar. Durante a ditadura, as estruturas do Dops foram utilizadas para prisão e tortura de militantes e opositores.
O edifício é um dos 98 locais em Minas Gerais utilizados para a repressão, conforme aponta o relatório da Comissão da Verdade. O próprio governador Fernando Pimentel (PT) chegou a ficar preso no edifício.
De acordo com o projeto, o Memorial dos Direitos Humanos Casa da Liberdade terá salão para exposições e eventos culturais, espaços para oficinas e seminários, salas para reuniões e um centro de pesquisa sobre a história política do país que reunirá documentos de repressão produzidos tanto no período da ditadura militar como do Estado Novo. A proposta foi elaborada com a contribuição da historiadora Heloísa Starling, professora da Universidade Federal de Minas Gerais, onde coordena o Projeto República, núcleo de pesquisa e documentação da história recente brasileira, criado em 2001.
O projeto arquitetônico é assinado por Gringo Cardia.
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