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Por:Jornal NC - Publicado em 25/11/2016
Os casos de caxumba na capital paulista aumentaram de maneira exorbitante. De acordo com dados da Secretaria Municipal da Saúde, houve um aumento de 336% entre os primeiros noves meses de 2016, em comparação com o mesmo período do ano passado.
A Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa) constatou que do dia 1º de janeiro a 1º de outubro deste ano foram registradas 1.234 notificações da doença, quando em 2015 o número era apenas 283.
Foram 194 surtos em 2016, sendo que 101 deles ocorreram em escolas, diante de 32 surtos em 2015. Considera-se um surto de caxumba quando duas ou mais pessoas são infectadas em uma mesma instituição.
Segundo a Secretaria do Estado da Saúde, 2.672 casos de caxumba foram registrados até o dia 22 no estado de São Paulo, sendo a maior parte na capital.
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A Secretaria Municipal da Saúde está monitorando os surtos na cidade e a medida a ser tomada para barrar uma epidemia é vacinar as pessoas que não desenvolveram a doença ou que não têm a vacinação completa para a caxumba.
Não há tratamento específico para caxumba e nem explicação para os surtos, pois a doença pode aparecer em diferentes épocas do ano. A única forma de prevenção é a vacina e, em alguns casos, é necessário tomar a segunda dose após determinado período. Os surtos em São Paulo estão sendo estudados para que uma resposta plausível seja encontrada.
Caxumba é uma infecção viral que afeta as glândulas parótidas - um dos três pares de glândulas que produzes saliva. Pessoas que não tomaram a vacina podem contrair caxumba ao conversar muito próximo da pessoa infectada, beijá-la ou então compartilhar utensílios como talheres, copos e pratos. A doença é muito mais comum em crianças, e pode afetar uma das glândulas ou as duas.
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