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Por:Jornal NC - Publicado em 25/08/2016
Uma entrada menor, prestações mais baixas do que em um financiamento tradicional e uma só parcela alta no final. É isso que os planos balão oferecem. O modelo chegou ao Brasil há cerca de dois anos, principalmente com empresas de modelos premium como BMW, Mercedes-Benz e Audi, e agora começa a ganhar mais espaço com a adesão de mais empresas. Esse tipo de financiamento, bem comum nos EUA, prevê uma entrada de, no máximo, 50% (variando muito por empresa), parcelamento em 24 ou 36 meses e uma parcela balão ao final - de 30% a 50% do total, normalmente.
A ideia de deixar um grande valor para ser quitado no fim pode assustar, mas a proposta das empresas é que ela seja paga com a venda do próprio carro, seja na concessionária ou para terceiros. A diferença entre o valor do usado e a dívida seria então usada para começar um novo financiamento.
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O financiamento-balão, portanto, funciona melhor para quem quer trocar de carro a cada dois ou três anos. Para as empresas, a vantagem é a fidelidade. “Nós conseguimos oferecer entradas e parcelas mais acessíveis e, assim, ainda manter o cliente na marca”, conta Josef Lechertshuber, diretor de Vendas e Marketing do BMW Group Serviços Financeiros. Apesar de parecido com o leasing, no caso do financiamento-balão o carro fica no nome do comprador, ainda que alienado ao banco.
Para William Eid, coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas, o plano balão pode ser uma alternativa interessante, desde que o consumidor consiga uma boa taxa de juros.Curta nossa Fanpage no Facebook
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